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Frase do dia

“Falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos”

Albert Einstein

Superação

”A vida é mais simples do que a gente pensa; basta aceitar o impossível, dispensar o indispensável e suportar o intolerável”.

Kathleen Norris

* * *

Sempre me achei muito mole, muito lerda, meio preguiçosa mesmo. Um belo dia eu resolvi mudar tudo isso (não posso mais ser assim… onde vou parar????). E, recentemente estou em constante (e intensa) busca de aprimoramento e superação pessoal. Estudando, trabalhando, lendo, sempre mais, mais, mais… numa luta constante contra a minha baixa auto-estima. Resultado: estou cansada e ainda é terça-feira… Não consigo durmir direito porque não consigo parar de pensar no futuro. E logo eu que detesto essas preocupações precipitadas… estou imersa nelas. Tanto a aprender ainda… tanto para estudar… e so consigo pensar numa coisa para me motivar… ”força”, ”força”… vai ser apenas uma fase… Eu posso sempre fazer mais e melhor… Resolvi acreditar que posso mudar o meu universo particular (e aos poucos ele está melhorando!!!!).

 

 

 

Ainda sobre trabalho

Estou motivada. Há tempos que não me sentia motivada. São quase oito da noite e ainda estou trabalhando na esperança de adiantar um serviço que preciso entregar pronto antes do próximo dia 10 (e não sei se vou conseguir entregar isso a tempo!). E essas coisas são engraçadas, porque se existe uma coisa que consegue se multiplicar absurdamente na minha mesa é serviço. Quanto mais faço, mais tenho pendências para resolver.

Enfim, vocês devem estar se perguntando onde entra a motivação nesse processo? Meu trabalho é legal? Não. É repetitivo? Muitas vezes. Porém, com meu salário fofinho estou pagando os mil e um gastos referentes às mil e uma compras que fiz… carro novo, acessórios para o carro (alarme, trava, película, etc), impostos do carro (ipva, seguro, que não é bem imposto, mas também é chato de pagar), acessórios para a casa nova (roupa de cama, louça, copos, taças, etc), etc, etc, etc…

Nunca gastei tanto em tão pouco tempo. Assim, as tais ”contas a pagar” geraram uma motivação incrível para que eu trabalhe mais e melhor… é a tal da necessidade… ”preciso pagar minhas contas’‘…

Estou cansada, porém feliz…

Trata-se apenas de uma fase que, em breve passará.

 

 

O texto abaixo não é meu. Fruto de um comentário  no último post de uma pessoa especial (e ele não tem blog!!!). Senti uma pontinha de inveja, sabe? Ah… eu gostaria de ter escrito esse texto… queria sim… rsrsrs

Vale a pena conferir.

 

O mundo é um moinho. As pessoas se venderam. Quem está comprando essas pessoas está ávido por saber ou obter, um programa, uma solução operacional, para evitar desperdício de horas, minutos e até segundos de trabalho. Claro, sem parecer um carrasco, ou um capitalista selvagem. Mas no fundo, os donos de empresa tem essa alma. A alma do “mais”.

Desde o descobrimento do Brasil, e principalmente a partir da revolução industrial (que nunca aconteceu por aqui), o brasileiro tem fama de trabalhar pouco. Na verdade, constataram os historiadores mais críticos, que o brasileiro não necessariamente trabalha pouco. Ele contenta-se com pouco. Na verdade (perdão pela redundância) ele contenta-se com o “suficiente”. Naquela época majestosa, a abundância de comida era latente. E comida sem esforço. A exemplo do que ocorre hoje em dia com a grande variedade de árvores frutíferas espalhadas pelo Plano Piloto, que dão principalmente mangas para o povão, o sertanejo e o nativo tinham muita oferta de comida sem muito esforço. Muita água pra beber, e um clima maravilhoso, com chuvas esporádicas, rios escaldantes e etc. Dizem que por isso, o brasileiro trabalhava apenas o suficiente para se manter, já que precisava de muito pouco e, a qualidade de sua vida era sempre muito boa.

Apesar do contraste com a realidade atual, a preguiça ou a falta de vontade de produzir, pode estar intimamente ligada a esse passado. Pode estar no inconsciente coletivo nacional, como um trauma que jamais é superado. O brasileiro ainda precisa de muito pouco pra viver. Há muita gente vivendo com o básico. Pra que trabalhar tanto? Tendo o dinheiro pra cervejinha, pagar uma prestaçãozinha de uma tv ou um carro, pra quê mais?

Quando o patrão sai, ou quando não está sendo cobrado, vigiado enfim, o seu passado colonial vem à tona. O descompromisso com a produção vai embora, já que o salário é certo.

Precisamos de um pouco mais de ambição aliada a ação.

Crônicas Corporativas

Duas pessoas altamente bem vestidas entram num escritório de contabilidade e procuram pelo estagiário joãozinho, um garoto igualmente bem vestido e engravatado na faixa de seus 20 e poucos anos. O estagiário recebe os tais senhores (um deles com pinta de executivo portando algumas malas), e os conduz à sala de reuniões. Subitamente o escritório entra em aparente extase, pois todos imaginam ser um cliente em potencial para uma empresa carente de novos clientes. Os funcionários entretidos em seu ócio muito pouco criativo questionam entre si quem seriam aqueles senhores tão sérios.

 

Após uns 10 minutos na sala de reuniões, o telefone da recepcionista toca e joãozinho pede café e água para sua reunião. Uns 3 minutos depois do café servido constatamos que nosso amigo está entretido com a potencial compra de… tchan, tchan, tchan… gravatas! Sim, gravatas… No horário do expediente de trabalho. Seu chefe estava presente no escritório e tudo mais. E assim os minutos passaram… três e meia, quatro horas, quatro e meia da tarde… e a sala de reuniões imersa em gravatas coloridas para todos os lados…

 

E eis que até hoje eu me questiono o motivo das empresas não adotarem jornadas por produtividade. Vale a pena continuar fingindo estar cheio de trabalho na frente do  computador só para cumprir a tal jornada de trabalho? Por que a hipocrisia ainda funciona nesses casos?

 

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