Estranha lógica lusitana
22/11/2007
Numa época de mudanças em breve também mudarei de residência e, embora ainda não tenha mudado, eu e minha família já temos um novo refúgio definido, que está em reforma. Assim, começamos de forma sutil a conviver com as regras daquele edifício.
Um fato bizarro: A síndica deve ser uma daquelas senhoras preocupa com a integridade do prédio a ponto de querer se meter na vida dos moradores. E eis que hoje meu marido foi questionar se haveria alguma restrição para a vinda de nosso cachorro para o prédio. E, pasme… uma idéia absurda colocada em prática…
”Não é permitido a nenhum cão residente neste prédio andar pelos corredores de acesso, nem no térreo, onde é ele deve ser carregado pelos seus donos, sob pena de multa, tendo em vista que o prédio seria sujo e deteriorado por este ato dos quadrúpedes em questão”.
Traduzindo: os cães não podem pisar em nenhum local onde haja piso no prédio de uso comum, salvo se for em sua residência.
A redação é minha. Pretendo sugerir que ela coloque essas palavras no quadro de avisos. Não posso negar que comparei esta regra imbecil a uma estranha lógica lusitana e, é ainda mais absurdo ter que cumprir uma regra tão estúpida.
Tá, falei… revoltei… não se pode dar poder a qualquer um, senão dá merda…