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	<title>Comentários sobre: Crônicas Corporativas</title>
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	<description>Sobre a angústia de existir, histórias, desabafos, etc...</description>
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		<title>Por: Mais reflexões sobre o mundo corporativo&#8230; &#171; Universo Paralelo</title>
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		<dc:creator>Mais reflexões sobre o mundo corporativo&#8230; &#171; Universo Paralelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 20:27:28 +0000</pubDate>
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		<description>[...] 24, 2008 de renata    O texto abaixo não é meu. Foi um comentário de uma pessoa especial (e ele não tem blog!!!). Senti uma pontinha de inveja, sabe? Ah&#8230; eu [...]</description>
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		<title>Por: rogerio</title>
		<link>http://universoparalelo.wordpress.com/2008/04/23/cronicas-corporativas/#comment-161</link>
		<dc:creator>rogerio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 21:11:08 +0000</pubDate>
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		<description>O mundo é um moinho. As pessoas se venderam. Quem está comprando essas pessoas está ávido por saber ou obter, um programa, uma solução operacional, para evitar desperdício de horas, minutos e até segundos de trabalho. Claro, sem parecer um carrasco, ou um capitalista selvagem. Mas no fundo, os donos de empresa tem essa alma. A alma do &quot;mais&quot;. Desde o descobrimento do Brasil, e principalmente a partir da revolução industrial (que nunca aconteceu por aqui), o brasileiro tem fama de trabalhar pouco. Na verdade, constataram os historiadores mais críticos, que o brasileiro não necessariamente trabalha pouco. Ele contenta-se com pouco. Na verdade (perdão pela redundância) ele contenta-se com o &quot;suficiente&quot;. Naquela época majestosa, a abundância de comida era latente. E comida sem esforço. A exemplo do que ocorre hoje em dia com a grande variedade de árvores frutíferas espalhadas pelo Plano Piloto, que dão principalmente mangas para o povão, o sertanejo e o nativo tinham muita oferta de comida sem muito esforço. Muita água pra beber, e um clima maravilhoso, com chuvas esporádicas, rios escaldantes e etc. Dizem que por isso, o brasileiro trabalhava apenas o suficiente para se manter, já que precisava de muito pouco e, a qualidade de sua vida era sempre muito boa. Apesar do contraste com a realidade atual, a preguiça ou a falta de vontade de produzir, pode estar intimamente ligada a esse passado. Pode estar no inconsciente coletivo nacional, como um trauma que jamais é superado. O brasileiro ainda precisa de muito pouco pra viver. Há muita gente vivendo com o básico. Pra que trabalhar tanto? Tendo o dinheiro pra cervejinha, pagar uma prestaçãozinha de uma tv ou um carro, pra quê mais?

Quando o patrão sai, ou quando não está sendo cobrado, vigiado enfim, o seu passado colonial vem à tona. O descompromisso com a produção vai embora, já que o salário é certo.

Precisamos de um pouco mais de ambição aliada a ação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo é um moinho. As pessoas se venderam. Quem está comprando essas pessoas está ávido por saber ou obter, um programa, uma solução operacional, para evitar desperdício de horas, minutos e até segundos de trabalho. Claro, sem parecer um carrasco, ou um capitalista selvagem. Mas no fundo, os donos de empresa tem essa alma. A alma do &#8220;mais&#8221;. Desde o descobrimento do Brasil, e principalmente a partir da revolução industrial (que nunca aconteceu por aqui), o brasileiro tem fama de trabalhar pouco. Na verdade, constataram os historiadores mais críticos, que o brasileiro não necessariamente trabalha pouco. Ele contenta-se com pouco. Na verdade (perdão pela redundância) ele contenta-se com o &#8220;suficiente&#8221;. Naquela época majestosa, a abundância de comida era latente. E comida sem esforço. A exemplo do que ocorre hoje em dia com a grande variedade de árvores frutíferas espalhadas pelo Plano Piloto, que dão principalmente mangas para o povão, o sertanejo e o nativo tinham muita oferta de comida sem muito esforço. Muita água pra beber, e um clima maravilhoso, com chuvas esporádicas, rios escaldantes e etc. Dizem que por isso, o brasileiro trabalhava apenas o suficiente para se manter, já que precisava de muito pouco e, a qualidade de sua vida era sempre muito boa. Apesar do contraste com a realidade atual, a preguiça ou a falta de vontade de produzir, pode estar intimamente ligada a esse passado. Pode estar no inconsciente coletivo nacional, como um trauma que jamais é superado. O brasileiro ainda precisa de muito pouco pra viver. Há muita gente vivendo com o básico. Pra que trabalhar tanto? Tendo o dinheiro pra cervejinha, pagar uma prestaçãozinha de uma tv ou um carro, pra quê mais?</p>
<p>Quando o patrão sai, ou quando não está sendo cobrado, vigiado enfim, o seu passado colonial vem à tona. O descompromisso com a produção vai embora, já que o salário é certo.</p>
<p>Precisamos de um pouco mais de ambição aliada a ação.</p>
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