Eu me amarro em auto ajuda…

14/05/2007

A vida na verdade é muito simples. O que damos, recebemos.

” (…) Criamos as situações e então abrimos mão de nosso poder culpando os outros pela nossa frustração. Nenhuma pessoa, nenhum lugar, nenhuma coisa tem poder sobre nós, pois ”nós” somos os únicos pensadores em nossa mente. Criamos nossas experiências, nossa realidade e tudo o que há nela. Quando criamos paz, harmonia e equilíbrio em nossas mentes, os encontramos em nossas vidas.

Qual das seguintes afirmações é mais parecida com você?

”Tem gente querendo me pegar.”

”Todos estão sempre dispostos a ajudar.” (…)

Trecho retirado do livro ”Você pode curar sua vida – Louise L. Hay”.

 

Sofro de complexo de perseguição… sempre achei que todos estão contra mim. Finalmente aprendi a mudar esse jogo… nada pode ser tão ruim que não possa piorar, não é mesmo? Lamúria gera lamúria, gratidão gera gratidão. Eu sou feliz demais nessa minha vida para deixar que coisas insignificantes tirem o brilho do meu olhar, sempre alegre e feliz. O que não deu para resolver hoje, resolveirei amanhã, se a preguiça chegou… sem problema, deixa ela aí até passar. O que não dá pra fazer é continuar me estressando no trabalho, com a minha família, em casa. Sou alheia a todo e qualquer tipo de situação que possa ”minar” meu bom humor.  A vida é bela, o céu é lindo e, quando desejo fugir das mazelas do mundo sempre existe um bom butequinho com uma cervejinha gelada me esperando… Hoje, mais uma vez, começo a segunda-feira estragada, sentindo uma ressaca infeliz… Geralmente quando estou de ”ressaca”, fico mais lenta, mais compreensiva com as pessoas, ouço mais, falo menos, poupo parte das minhas forças. É engraçado, estranho e ao mesmo tempo bizarro uma pessoa dizer que gosta de sentir ressaca, mas é este o caso… eu adoro uma ressaquinha, promovida por um bom pileque auto-astral com amigos, conhecidos, etc. Por isso acho que nunca deixarei de beber. Alienar-se é muito bom, anestesiar-se também, mas tudo com a sua devida cautela, é claro.

PS: Mamãe chorou com a cartinha do post abaixo. Ela só não sabe que a inspiração para dar mais valor a vida foram os 2 amigos que perdi ano passado de forma muito estranha. Enfim, a morte não escolhe o dia, nem a hora, por isso decidi valorizar muito mais os sentimentos de todos que são importantes na minha vida. E está valendo a pena.  Afinal, não adianta transformar os mortos em santos se não foram valorizados em vida, eis a minha opinião.

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