Você conhece o Severino???

31/05/2007

Sabe quando você lê um texto e acha justamente um trecho que lembra uma pessoa da sua convivência? Pois é… hoje nas minhas andanças virtuais li um trecho que é muito parecido com uma pessoa do meu trabalho. Este texto (principalmente os trechos em negrito) tem tudo a ver com o lugar onde trabalho atualmente, onde exerço uma espécie de função de ”severino”. Sim… severino… você conhece o severino??? É aquele cara que faz tudo, que obrigatoriamente quebra todos os galhos da empresa. Tudo bem, tudo bem, a equipe é super enxuta, mas aqui não existe propriamente uma equipe… mandam e eu faço… Frustrante. Por isso continuo estudando, para ver se consigo sair dessa vida. Enfim, não encarem isso como uma reclamação. Absolutamente. Aprendo muito nesse trabalho. Desde trocar lâmpadas até demonstrativos financeiros. Mas, o que mais sinto falta de trabalhar numa empresa grande é sua segmentação, cada um com seu papel, cada um com sua função e os famosos e-mails ”PP” (para providências). Considero uma perda de tempo realizar tantas tarefas repetitivas e ter tão pouco tempo para tarefas mais elaboradas, ou na pior das hipóteses ter que exercer as duas funções e não realizar uma delas direito.  A sobrecarga de trabalho e o excesso de ”prioridades absurdas” (99% das vezes definidos pelos ”chefes”, ou os que se consideram como tal), tornam os que exercem a função de ”severino” verdadeiros mestres na hora de fazer 30 coisas ao mesmo tempo. O problema neste caso é que nem sempre sai tudo conforme o planejado… e algo pode sair errado.  

Eis o tal trecho interessante:

”O caminho do empreendedor é uma estrada longa, solitária e difícil. A impulsividade por meio da pressa, a aspereza e a ausência de um planejamento do longo prazo determinam as ações; o que permite compreender porque a carreira deles é uma notória sucessão de sucessos e fracassos empresariais.Nesses casos, a empresa simboliza sua capacidade de compensar as duras frustrações da infância criando um ambiente onde, para que ocorra uma mudança, ele tem que estar no controle. 

Por isso, não tem senso de prioridade e pode determinar ao mesmo tempo resoluções triviais e decisões estratégicas fundamentais. Na organização, as informações não são compartilhadas; não há procedimentos padronizados. É comum o uso de critérios pessoais e subjetivos com o propósito de mensuração e controle. As descrições e responsabilidades dos cargos são quase inexistentes. ”

Clique aqui para ler o texto completo.

Baseada numa teoria que relata a Lei das Afinidades, onde entende-se que atraímos pessoas que estão no mesmo nível evolutivo que nós, na mesma sintonia energética, fico me perguntando até que ponto eu me pareço com esse sujeito para incomodar tanto. rsrsrs

No dia em que encontrar respostas satisfatórias, escreverei mais sobre esse assunto.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: