Credibilidade, feedbacks, etc…

14/06/2007

Sou excessivamente crítica. Já me perguntaram se este blog visa somente a destruição da minha auto-estima. É complicado. Sempre escrevi com esse viés irônico, crítico, destrutivo, o que não significa que eu sofra de depressão ou qualquer outra doença do gênero. Tenho excelente saúde e, como muitas pessoas quero o melhor para a minha vida. Muitas vezes acho que estou longe do caminho certo, que reclamo demais, que falo demais e isso certamente me atrapalha mais do que ajuda. Enfim, escrevo dessa forma (destrutiva, como me disseram) porque acredito que preciso melhorar muito, em muitos aspectos, seja na vida pessoal ou profissional.  Acreditem ou não é uma maneira de fazer a famosa ”auto-análise”.

Ainda estou no trabalho, enrolando para ir para a aula da pós-graduação. Me falta paciência para assistir as aulas. Não sei se sou perspicaz demais ou impaciente demais, mas o fato é que acho muito chato assistir qualquer aula do início até o fim. Tenho pena dos professores que precisam cumprir essas horários ingratos (tipo de sete as onze da noite). Muitas vezes o essencial está em indicações (livros, filmes, revistas), não em palestras intermináveis.   

Quanto ao trabalho meu problema continua sendo obter a famosa credibilidade perante as pessoas. Pouco a pouco encontro falhas em diversos processos de trabalho realizados há alguns anos e não foram poucas as vezes que ouvi a seguinte frase diante de um documento ”sumido”: ”Procure mais… a fulana era muito eficiente, jamais faria uma coisa dessas.” Chato isso. O fato é que eu continuo procurando… procurando documentos, procurando um rumo, procurando uma vida melhor… Acho que estamos todos nesse dilema…

One Response to “Credibilidade, feedbacks, etc…”

  1. Gustavo Says:

    Um dos meus maiores desafios é “ser constante”. Quando cheguei ao Peru, me perguntaram: “O que você veio buscar aqui?” Respondi que era aprender como se tornar feliz. Me disseram para buscar o verdadeiro makoto. E que eu encontraria esse makoto quando conseguisse praticar algo com constância.
    Na época não entendi muito bem. Hoje entendo que os aprendizados da jornada, quando apreendidos através de um ato constante, se tornam verdadeiros alicerces de valores, inabaláveis.
    Até hoje não é fácil, mas é capital que, um simples ato constante, dobra meu makoto e obra a minha vida, como se pudesse alcançar o infinito.
    Força! Você vai conseguir!


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