Sensibilidade, dependência ou frescura?

09/07/2007

Casei pensando em ter um companheiro para a vida toda. Mas, nem sempre as pessoas tem os mesmos gostos e interesses.  Eu esperava várias atitudes que hoje poderia classificar como românticas, utópicas e idealistas. Companheirismo é uma dessas. Fazer coisas juntos (o famoso grude). É bom ter uma pessoa para compartilhar tudo, sejam atividades chatas do lar como supermercado, sejam conversas, amizades, etc.  Entretanto ninguém é obrigado a gostar das mesmas coisas que o outro. Daí surgiu a famosa causa de separações modernas… ”incompatibilidade de gênios, gostos, etc”. Me senti só no último fim de semana. Praticamente não vi o meu ”querido amado”. Me senti também uma idiota por abrir mão de tantas coisas da minha antiga independência para esperar por ele, fosse para almoçar, fosse por abrir mão de saídas com amigos que ele não gostava. Confesso que estou decepcionada e, ao mesmo tempo aliviada em pensar que tenho um trabalho, família e outras coisas práticas para pensar. Enfim, minhas prioridades mudaram. Não pretendo fazer nada a respeito (já tentei conversar, mas quem disse que os homens entendem a necessidade de diálogo das mulheres?). Pretendo apenas cuidar da minha vida. Rever prioridades, estudar mais, trabalhar mais.  E simplesmente continuar vivendo. A satisfação pessoal pode vir por outros meios.

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